corvo do inferno
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O jogo em si é bom, porém a experiência de jogabilidade é profundamente prejudicada pela quantidade absurda de hackers, mesmo em partidas com o sistema Prime. A Valve, infelizmente, não aplica as punições de forma adequada, aparentando ser conivente com esse tipo de comportamento. A comunidade apresenta seus aspectos positivos e negativos, contudo, o lado negativo é muito mais predominante. É comum encontrar jogadores do próprio time que sabotam a partida, revelando a posição dos aliados no chat geral, atirando sem motivo e, quando há uma reação a essas atitudes, o jogador injustamente punido é quem sofre as consequências — sendo expulso da partida e recebendo suspensões no modo competitivo. Recomendo fortemente que, caso alguém deseje jogar, o faça apenas com amigos ou em um time fechado, pois a comunidade do jogo é extremamente tóxica e desrespeitosa. Infelizmente, as boas experiências dentro desse ambiente são cada vez mais raras. ESPERO QUE ESSES HACKERS E JOGADORES TÓXICOS SEJAM PUNIDOS E M0RT0S.
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Gabriel farias
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Depois que meu amigo me apresentou esse jogo minha vida foi destruida, desistalem o quanto antes
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Quase Nada
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“Senhor... o que quer que eu faça? Não posso ouvir o Senhor...” Há silêncio. Só o som distante da guerra. E então, um grito de soldado ferido rompe o ar. Doss entende. É a resposta. “Tudo bem, Senhor. Vou buscar ele.” Enquanto o inferno explode ao redor, ele ora baixinho a cada novo corpo que encontra: “Senhor, ajuda-me a salvar mais um.” “Só mais um, Senhor.” (“Lord, please help me get one more.”) Ele repete isso como um mantra, entre o choro e o esforço físico. Cada vez que termina de descer um homem, ele volta para o campo, mesmo sabendo que pode morrer a qualquer segundo. Doss rasteja, se arrasta, carrega homens maiores que ele nas costas. Em certo momento, ele é atingido por estilhaços, mas continua. Seu corpo fraqueja, mas sua oração se mantém firme: “Só mais um, Senhor.” Quando o dia amanhece, os soldados que estavam lá embaixo percebem os feridos sendo baixados, um por um, pela corda. Ninguém entende como alguém está fazendo aquilo sozinho. Quando finalmente encontram Doss, ele está exausto, desmaiando de cansaço, mas com o semblante sereno. Tinha salvo 75 homens naquela noite. O capitão Glover, que antes zombava da fé dele, o encara em silêncio, e diz: “Eu não entendo como você fez isso, Doss.” E Doss responde com simplicidade e humildade: “Eu só rezei pra Deus me ajudar a salvar mais um.”
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