Ralls
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Jogar com argentinos é a pior experiencia que algum brasileiro pode passar. E eu como gaúcho não tenho nem a opção de limitar o ping, pois ambos servidores ficam com 20ms. Os argentinos quando descobrem que você é brasileiro além do anti-jogo dando TK, travar o personagem de propósito e gritar sua posição para o inimigo no chat também são ABERTAMENTE RACISTAS. Chamam de macaco, preto, favelado e afins. Denunciar à Steam e à Valve não serve para NADA. SÃO CONIVENTES COM RACISMO. E não é de agora. O ministério público deveria investigar, não só pelo racismo mas também pelo lootbox apresentados no jogo.
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Kaio Henrique
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O jogo retorna ás suas raízes, ambientado em uma guerra moderna, sem elementos antigos demais ou futuristas demais, com destruição de cenário incrível, bons gráficos com estética muito similar a Battlefield 3 e bons mapas. Porém, não temos aqui o emblemático Levolution, sistema que marcou o Battlefield 4 trazendo destruição a nível de mapa, capaz de alterar de maneira significativa a gameplay da partida, você realmente vai se sentir jogando Battlefield 3, e não Battlefield 4. Um ponto negativo para mim é que costumo jogar de madrugada, e antigamente, a possibilidade de pesquisar e entrar em servidores oficiais me permitia jogar em servidores europeus ou asiáticos lotados de player a qualquer hora do dia, agora com o matchmaking simplificado, isso não é possível, e de madrugada, acabo em partidas com poucos jogadores brasileiros e muitos bots. De maneira geral, é um jogo que vale a nostalgia e é sem dúvidas muito melhor do que seus dois antecessores.
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