Michael Harrisson
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Campanha deixou a desejar, a história até que é bem escrita mas a execução dá impressão que foi feita na pressa. Multiplayer praticamente perfeito, em questão de jogabilidade não errou em quase nada, porém os mapas realmente deixaram a desejar, apenas 4 deles são mapas de battlefield, sendo que nos mapas grandes (tirando Firestorm) acabam falhando em passar a experiencia battlefield devido ao excesso de barreiras naturais e artificiais. Gosta de long range? Esqueça, aqui as miras não passam de 10x e precisam de horas para serem desbloqueadas, além de que os próprios mapas não permitem long range, com apenas a já consagrada operation firestom tendo certa possibilidade de long range. Outro problema são os bots, parece que setaram um número padrão de 8 bots para cada time em praticamente toda partida, além da possibilidade de puxar uma partida e ser populada em mais de 80% da capacidade por bots, te forçando a quitar e puxar outra, com certeza essa última questão é um bug de matchmaking, mas creio que essa 8 bots pra cada time foi um experimento estupido da EA pra fazer o jogo mais noob friendly, aparentemente já removeram isso, não consigo afirmar. Tirando as ressalvas, finalmente fizeram um Battlefield que presta, com a franquia em decadência desde o BFV parecia que só teríamos os antigos para jogar, enfim um jogo bom sem ser guiado apenas pela pressão dos executivos (apesar do fato da campanha ser meio cagada ter o dedo deles kkkkkkkk). O que resta para ficar perfeito são pequenos detalhes que podem ser corrigidos ao passar das temporadas. Obs: Esqueci de elogiar a otimização do jogo, me surpreendeu muito, rodou em meu setup no low na faixa de 40-50 fps: Gtx 1060 6gb r5 5500 24gb ram
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Daniel Estevam
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Como um jogador de longa data que viu a glória do CS:GO, é difícil não sentir uma profunda decepção com o que o CS2 se tornou. A transição para a nova versão, somada à decisão de torná-lo free-to-play, transformou o que era um dos melhores jogos de tiro tático em uma experiência frustrante e quase impossível de jogar. A Valve prometeu uma evolução, mas entregou um jogo que regrediu em um dos aspectos mais cruciais: a integridade da comunidade. O problema dos cheaters, que já existia no CS:GO, explodiu de forma assustadora no CS2. É impossível entrar em uma partida e ter a certeza de que a experiência será justa. A cada rodada, a sensação é de estar enfrentando um adversário que não joga limpo, com hacks de mira (aimbot), visão através de paredes (wallhack) e outras trapaças que tornam a jogabilidade uma piada. A Valve, que deveria estar protegendo a comunidade e punindo esses trapaceiros de forma rigorosa, parece ter abandonado o jogo. A impressão é que a prioridade não é mais a diversão e a competição, mas sim atrair novos jogadores (e consequentemente, mais vendas de caixas e skins), mesmo que isso signifique sacrificar a qualidade do jogo para os veteranos. Em resumo, o CS2 não é uma continuação digna do legado do CS:GO. O que era um jogo competitivo e desafiador se transformou em um playground para hackers. A Valve acabou com o jogo que muitos de nós passamos anos jogando e amando. A nostalgia do CS:GO fica, mas a esperança de ver o CS2 voltar a ser o que era se esvai a cada partida estragada por um trapaceiro.
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