Arecs Saturno
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Depois de anos de experimentos e altos e baixos na franquia, Battlefield 6 finalmente entrega aquilo que os fãs sempre pediram: guerra total, destruição insana e momentos cinematográficos que só a série sabe proporcionar. Logo nas primeiras partidas, dá pra sentir que o foco voltou para o que faz Battlefield ser Battlefield: mapas imensos, combate entre veículos e infantaria em perfeita sincronia, e uma imersão sonora absurda — explosões que tremem o chão, tiros que ecoam nas montanhas e gritos que te fazem prender a respiração. O motor gráfico está em outro nível. Mesmo com toda a destruição em tempo real, o jogo mantém fluidez e uma fidelidade visual impressionante. O sistema climático dinâmico, com tempestades, tornados e neblina densa, muda completamente a dinâmica das partidas. Não é apenas um efeito visual — é parte da estratégia. 🎮 Gameplay: O gunplay está mais pesado e responsivo, lembrando o feeling de Battlefield 3 e 4, mas com refinamentos modernos. Cada arma parece única, e a progressão é equilibrada — recompensando habilidade, não apenas tempo de jogo. Os veículos voltaram a brilhar: tanques, caças e helicópteros são devastadores nas mãos certas, e exigem trabalho em equipe real. 💥 O que realmente impressiona: Os momentos espontâneos. Aqueles em que um prédio inteiro desaba e muda o mapa. Quando você e seu esquadrão tomam um ponto sob fogo intenso e conseguem virar o jogo nos últimos segundos. É a magia do caos controlado, o DNA que a franquia tinha e que agora voltou com força total. ⚙️ Pontos positivos: Visual e destruição no nível “next-gen”. Mapas projetados para verticalidade e táticas reais. Gunplay refinado e equilibrado. O retorno da sensação de “guerra total” que a série havia perdido. ❌ Pontos a melhorar: − Ainda há pequenos bugs típicos de lançamento (alguns engraçados, outros irritantes). − O balanceamento entre veículos e infantaria poderia receber mais ajustes. 🎯 Veredito final: Battlefield 6 é o jogo que prova que a DICE ainda entende o que os fãs querem. Um espetáculo técnico e uma carta de amor às guerras digitais em larga escala. Se você é fã da série ou quer sentir o peso de uma batalha épica, esse é o jogo que define a nova geração dos FPS. ⭐ Nota: 9,2/10 — Battlefield voltou.
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Glasty
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Novamente, outro Fifa/EA FC padrão EA, que todos conhecem. Sou goleiro, e jogo como goleiro desde o FIFA 14, jogo com frequência. Portanto vou fazer uma avaliação dedicada aos goleiros, de acordo com oq eu vi nesse tempo de jogo que eu tive. 1. Sistema de defesas: Até o FIFA 14, bastava usar A (Xbox) ou X (PlayStation) para o goleiro defender, sem depender do analógico. Esse sistema, apesar de antigo, era mais eficiente e realista. Hoje, em lances mano a mano, acertar o lado no reflexo é quase impossível, e a defesa depende demais da sorte ou de uma precisão desumana no analógico. 2. Analógico de salto: O atual sistema de defesa usando o analógico para saltar é mal implementado. Muitas vezes, quando se gira o analógico para qualquer lado, o goleiro dá um passo gigantesco que abre totalmente o gol caso você erre o lado. Para piorar, em algumas situações ele até salta para o lado errado. Inclusive fica um circulo em volta do goleiro que fica vermelho quando vc erra, que mesmo que tenha colocado em defesa assistida não funciona e vc é obrigado a acertar o lado. 3. Se jogar na bola: No FIFA 14, existia o comando para simplesmente se jogar na bola (B/O), algo muito útil para travar chutes cara a cara. No FC 26, esse comando até existe, mas foi mal reaproveitado: ele serve apenas para agarrar em cruzamentos/escanteios ou socar a bola, mas não funciona bem caso queira se jogar no mano a mano. 4. Escanteios e cruzamentos: No passado, era possível usar o botão de defesa para cortar ou interceptar cruzamentos vc meio que "defendia" o cruzamento. Agora, isso foi removido, e vc tem que se posicionar manualmente. Hoje, o goleiro só pode apertar Quadrado ou bola para tentar agarrar ou socar a bola, Uma desvantagem muito grande para o goleiro, já que os atacantes sempre tem vantagem. 5. Saída do goleiro (Y ou Triângulo): Outra grande perda é no botão de saída com o goleiro (Y/Triângulo). Antes, ele saía para interceptar bolas e sempre corria em direção a bola até em escanteios. No FC 26, essa função praticamente não existe em bolas paradas: o goleiro não sai em escanteios, mesmo que a bola caia dentro da pequena área. Isso tira totalmente o controle do jogador e novamente mais uma desvantagem para o goleiro. EXTRA. Pro Clubs: Um erro grave foi o que a EA fez no Pro Clubs. Agora, para mudar de posição, é necessário pagar. Ou seja, quem joga de goleiro e às vezes quer variar para a linha, simplesmente não pode sem gastar. EA sendo EA. Portanto para você que joga de goleiro, não vale a pena comprar esse jogo.
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