Johnnas Barbosa da Silva
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Cara, esse é o jogo do Jesse Pinkman fazendo o papel do Homem de Ferro pobre, burro e ainda por cima, CLT... isso é maravilhoso demais kkkkkkkkkkkk, só isso já vale o jogo. Recomendadíssimo. Uma mensagem para os ansiosos que estão dando rage pelo jogo ser episódico, eles falaram isso desde o começo, se você caiu de paraquedas nesse jogo e não sabia disso, quem merece o "não recomendado" é você por ser burro.
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Murphy
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Após 30 horas de Battlefield 6, posso afirmar com segurança que, em termos de mecânicas de gameplay, esse é de longe o melhor título da franquia (Mesmo eu preferindo a gunplay do BF2042). A jogabilidade está extremamente refinada, responsiva e prazerosa. É evidente que houve um grande avanço nesse aspecto. No entanto, o jogo peca seriamente na qualidade dos mapas. Todos me pareceram genéricos, sem personalidade ou identidade visual forte. Mesmo o mapa "remasterizado" do Battlefield 3, que tinha tudo para ser um destaque, acabou sendo mal executado ao ponto de eu removê-lo das minhas playlists de busca. Por fim, não recomendo atualmente pelo preço em que se encontra. No geral, é um ótimo jogo, mas ainda assim não justifica o preço cheio. Fica claro que há muito potencial desperdiçado, especialmente no design dos mapas, o que compromete a experiência como um todo.
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Balanar
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Na moral, zerei o BF6 e fala sério, quem diz que a campanha é ruim tá viajando kkk. Ela é bem feita, mas passa aquela sensação de estar incompleta, tipo quando você assiste Duna Parte I — termina num baita cliffhanger e parece que falta uma DLC pra completar a história. Eu já imaginava isso antes de jogar, porque a campanha realmente soa como uma introdução, uma “Parte I” de algo maior. A trama é bem amarrada e, por incrível que pareça, reflete bastante a realidade. Muita gente leiga falou que criaram uma organização paramilitar de ex-militares de vários países só pra não ofender ninguém, mas esse negócio de o inimigo ser os próprios de casa é bem real pra quem já tomou a blackpill. Essa narrativa faz sentido — follow the money. A campanha, apesar de boa, deixa um gosto de algo incompleto e não desenvolve tão bem os personagens. Só o Murphy, o líder, tem destaque de verdade — ele aparece em mais missões e o arco dele é bem construído. Os outros soldados, mesmo que você jogue com eles, têm menos presença e acabam sendo coadjuvantes. Esqueci de mencionar, mas o vilão é o ponto fraco. Ele não é ruim, só é meio “nhé”, e por não ser tão bem desenvolvido, o roteiro perde um pouco do senso de ameaça e urgência. Dito isso, pagar R$300 só por uma campanha curta não vale muito a pena, então o ideal é esperar uma promoção. Mas se você curte multiplayer e era fã do BF3 e BF4, pode comprar tranquilo — o jogo lembra muito esses clássicos que colocaram Battlefield entre os gigantes da indústria. Dito tudo isso, a história é bem feijão com arroz, mas muito bem feita. Porém, o cliffhanger no final indica que, se houver continuação, podem rolar dois plot twists que mudem totalmente a visão sobre o primeiro jogo. No geral, nota 8,75. (Nota apenas para o multiplayer: 10/10)
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