Edne Volpate Neto
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Só temos que parabenizar essa empresa maravilhosa e quase perfeita que é dona desse jogo, onde é permitido todo tipo de hack e sem punição nenhuma. De 10 partidas, 9 têm um cara utilizando hack, mas fica tudo melhor quando, do nada, esse jogo maravilhoso com uma empresa excelente diz que o hack é permitido, pois, se não há punição, é permitido. Me lembra muito o jogo "Ragnarok", onde é cheio de hack e a empresa só diz: "Pelo que observei, não tem!" Parabéns, Valve! Em breve, tenho certeza de que verei em campeonatos quem vai estar com o melhor hack, já que não há punições.
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Lucas Machado
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Uma coisa que amo em Battlefield 6, é que o jogo não tem a pretenção de tentar reinventar a franquia: ele simplesmente melhora o que já teve de mais incrível até então. É um jogo que ouviu e entendeu o que nós, veteranos, sempre pedíamos: batalhas épicas, destruição real e uma experiência intensa. Porém, é interessante ressaltar que o jogo é muito acessível para novatos, com uma curva de aprendizado equilibrada e mecânicas muito bem explicadas, sobretudo pela campanha, um desejo antigo dos fãs mais velhos da franquia. Em minha modesta opinião, Battlefield 6 chega fortíssimo, tendo tudo para ser relembrado pelos fãs, tal como Battlefield 3 e 4. A campanha é curta, mas tem seus bons momentos, sendo divertida; o multiplayer, denso e recompensador, como sempre deveria ser; o som e a dublagem são surpreendentes; e, por fim, o visual e o desempenho do jogo estão magníficos. Para veteranos como eu, “condecorado” desde o primeiro jogo, lá em 2002, Battlefield 6 tem sido meio que uma espécie de reencontro com o melhor da franquia. Porém, pensando nos novatos, Battlefield 6 é uma excelente porta de entrada para um dos universos mais intensos dos videogames. Battlefield finalmente está de volta!
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