𝕵𝖆𝖕𝖝𝖟𝖆
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Sou jogador desde o dota 1 então tenho muitas horas nesse jogo. O que posso dizer é que ele não é para todo mundo, ele é complexo e muito tóxico. Apesar disso existe algo que sempre faz você querer rejoga-lo é como uma droga que você sabe do mal que ela faz mas também de como você se sente quando vence uma partida. Se você aprender que alguns jogadores estão apenas para espalhar o ódio dentro de seus corações vai saber que nem sempre precisa ouvi-los. Uma dica que possa dar é experimente jogar com os herois, fique bom em alguns e chame seu amigo para jogar, prometo que vai valer a pena, ops às vezes nem tanto.
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҉6҉҉6҉҉6҉𝕷𝖎𝖆𝖓
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Diálogos crus e história simples. A introdução de personagens é jogada de qualquer jeito, o que faz com que não exista carisma com grande parte deles. Se você comprou esse jogo esperando uma continuação espiritual de Wolf Among Us, você definitivamente não encontrará ela por aqui.
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Shogun
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Na moral, zerei o BF6 e fala sério, quem diz que a campanha é ruim tá viajando kkk. Ela é bem feita, mas passa aquela sensação de estar incompleta, tipo quando você assiste Duna Parte I — termina num baita cliffhanger e parece que falta uma DLC pra completar a história. Eu já imaginava isso antes de jogar, porque a campanha realmente soa como uma introdução, uma “Parte I” de algo maior. A trama é bem amarrada e, por incrível que pareça, reflete bastante a realidade. Muita gente leiga falou que criaram uma organização paramilitar de ex-militares de vários países só pra não ofender ninguém, mas esse negócio de o inimigo ser os próprios de casa é bem real pra quem já tomou a blackpill. Essa narrativa faz sentido — follow the money. A campanha, apesar de boa, deixa um gosto de algo incompleto e não desenvolve tão bem os personagens. Só o Murphy, o líder, tem destaque de verdade — ele aparece em mais missões e o arco dele é bem construído. Os outros soldados, mesmo que você jogue com eles, têm menos presença e acabam sendo coadjuvantes. Esqueci de mencionar, mas o vilão é o ponto fraco. Ele não é ruim, só é meio “nhé”, e por não ser tão bem desenvolvido, o roteiro perde um pouco do senso de ameaça e urgência. Dito isso, pagar R$300 só por uma campanha curta não vale muito a pena, então o ideal é esperar uma promoção. Mas se você curte multiplayer e era fã do BF3 e BF4, pode comprar tranquilo — o jogo lembra muito esses clássicos que colocaram Battlefield entre os gigantes da indústria. Dito tudo isso, a história é bem feijão com arroz, mas muito bem feita. Porém, o cliffhanger no final indica que, se houver continuação, podem rolar dois plot twists que mudem totalmente a visão sobre o primeiro jogo. No geral, nota 8,75. (Nota apenas para o multiplayer: 10/10)
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