dc: @lordhenrydk
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O jogo em si é bom, porém a experiência de jogabilidade é profundamente prejudicada pela quantidade absurda de hackers, mesmo em partidas com o sistema Prime. A Valve, infelizmente, não aplica as punições de forma adequada, aparentando ser conivente com esse tipo de comportamento. A comunidade apresenta seus aspectos positivos e negativos, contudo, o lado negativo é muito mais predominante. É comum encontrar jogadores do próprio time que sabotam a partida, revelando a posição dos aliados no chat geral, atirando sem motivo e, quando há uma reação a essas atitudes, o jogador injustamente punido é quem sofre as consequências — sendo expulso da partida e recebendo suspensões no modo competitivo. Recomendo fortemente que, caso alguém deseje jogar, o faça apenas com amigos ou em um time fechado, pois a comunidade do jogo é extremamente tóxica e desrespeitosa. Infelizmente, as boas experiências dentro desse ambiente são cada vez mais raras. ESPERO QUE ESSES HACKERS E JOGADORES TÓXICOS SEJAM PUNIDOS E M0RT0S.
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Mateus Guerra Negreiros
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Nunca instalei nada de nada pra alterar essa merda dessa bosta de jogo cheio de hack e ainda sou banido numa merda de matamata pq o desgraçado do VAC não pode verificar a minha cessão. pqp valve.
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Luiz Picinin
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Battlefield 6: O caos em grande escala que só a franquia sabe entregar Battlefield 6 chega reafirmando o que sempre foi o coração da série: o multiplayer em larga escala, explosivo, caótico e incrivelmente divertido. A DICE parece ter escutado os fãs — o jogo traz de volta o ritmo frenético e as batalhas dinâmicas que tornaram a franquia um ícone dos shooters modernos. O primeiro ponto que salta aos olhos é a jogabilidade fluida e responsiva. Os controles estão mais precisos, e a movimentação ganhou um toque extra de velocidade sem comprometer o realismo. As transições entre correr, deslizar, trocar de arma e entrar em veículos acontecem com naturalidade, deixando o jogador sempre no fluxo da ação. Os mapas são outro destaque. Extensos, cheios de rotas alternativas e pontos estratégicos, eles reforçam a sensação de estar em uma guerra viva. Cada partida conta uma história diferente, e o sistema de ambientes destrutíveis continua sendo um espetáculo à parte — ver um prédio desmoronando ou uma ponte ruindo altera completamente o rumo da batalha e mantém o combate imprevisível. A progressão também acerta ao equilibrar recompensa e desafio. O desbloqueio de armas, equipamentos e customizações mantém o jogador engajado por horas, com um sistema de experiência que incentiva o trabalho em equipe sem punir quem prefere agir de forma mais independente. No entanto, nem tudo brilha. A campanha single-player, embora competente tecnicamente, é rasa em termos de narrativa e inovação. Serve mais como um aquecimento para o multiplayer do que como uma experiência marcante por si só — algo que, infelizmente, já se tornou o padrão do mercado entre os grandes shooters contemporâneos. No fim, Battlefield 6 é exatamente o que se espera de um título da série: um espetáculo visual e sonoro, repleto de momentos épicos e caos controlado. Quem busca realismo, destruição e batalhas de escala colossal vai se sentir em casa.
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