Luiz Gabriel Xavier de Almeida
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O jogo é bom, divertido, e muito prazeroso de se jogar, mas a comunidade não é boa, uma parte até que é de boa mas, o restante, são pessoas tóxicos, preconceituosos, racistas, machistas, sem educação, então se está procurando um FPS para se divertir e jogar ranqueadas, se esforçar e subir de ranque, algo competitivo no game, não recomendo pois o jogo é dominado por trapaças grátis e até mesmo pagas, o CS2 é um game onde você deve saber lidar com alguns tipos de pessoas que não são felizes na vida!
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disco de filme de terror
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“Senhor... o que quer que eu faça? Não posso ouvir o Senhor...” Há silêncio. Só o som distante da guerra. E então, um grito de soldado ferido rompe o ar. Doss entende. É a resposta. “Tudo bem, Senhor. Vou buscar ele.” Enquanto o inferno explode ao redor, ele ora baixinho a cada novo corpo que encontra: “Senhor, ajuda-me a salvar mais um.” “Só mais um, Senhor.” (“Lord, please help me get one more.”) Ele repete isso como um mantra, entre o choro e o esforço físico. Cada vez que termina de descer um homem, ele volta para o campo, mesmo sabendo que pode morrer a qualquer segundo. Doss rasteja, se arrasta, carrega homens maiores que ele nas costas. Em certo momento, ele é atingido por estilhaços, mas continua. Seu corpo fraqueja, mas sua oração se mantém firme: “Só mais um, Senhor.” Quando o dia amanhece, os soldados que estavam lá embaixo percebem os feridos sendo baixados, um por um, pela corda. Ninguém entende como alguém está fazendo aquilo sozinho. Quando finalmente encontram Doss, ele está exausto, desmaiando de cansaço, mas com o semblante sereno. Tinha salvo 75 homens naquela noite. O capitão Glover, que antes zombava da fé dele, o encara em silêncio, e diz: “Eu não entendo como você fez isso, Doss.” E Doss responde com simplicidade e humildade: “Eu só rezei pra Deus me ajudar a salvar mais um.”
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