Luiz Manilha
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Tem problemas? Tem, sim. Alguns modos de jogo, como Conquista, estão com um tempo de partida ridiculamente curto, durando em média 20 a 25 minutos. Além disso, a margem dos mapas para a entrada na “zona de morte” — aquela área em que o contador para retornar à batalha aparece — é muito estreita, o que atrapalha bastante quem gosta de pilotar veículos aéreos. A campanha também deixa a desejar. Convenhamos: Battlefield só realmente acertou nas campanhas lá atrás, no Bad Company 2, talvez um pouco no 3 e no Battlefield 1. No geral, achei todas bem fracas — a única que me prendeu mesmo foi a do Bad Company 2. Outro ponto negativo é o uso excessivo de CPU. O jogo consome absurdos de processamento. Tenho um Ryzen 9 9900X e o uso ficava em torno de 78% de forma constante, até que criei um arquivo user.cfg para ajustar a quantidade de núcleos alocados aos processos do jogo. Críticas à parte, o jogo é muito bom. Ele traz mecânicas clássicas da franquia, e a destruição de cenários continua interessante — só não espere ver um prédio inteiro desabando como no Battlefield 4, ou vai se decepcionar. No fim, vale a pena testar. Experimente o jogo e, se não agradar, peça reembolso sem medo.
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Lana Rhodes
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Só temos que parabenizar essa empresa maravilhosa e quase perfeita que é dona desse jogo, onde é permitido todo tipo de hack e sem punição nenhuma. De 10 partidas, 9 têm um cara utilizando hack, mas fica tudo melhor quando, do nada, esse jogo maravilhoso com uma empresa excelente diz que o hack é permitido, pois, se não há punição, é permitido. Me lembra muito o jogo "Ragnarok", onde é cheio de hack e a empresa só diz: "Pelo que observei, não tem!" Parabéns, Valve! Em breve, tenho certeza de que verei em campeonatos quem vai estar com o melhor hack, já que não há punições.
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