Tubitu
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Counter-Strike é um dos jogos mais marcantes da história dos FPS e continua sendo incrível mesmo depois de tantos anos. A sensação de jogar é única: cada partida traz aquele misto de adrenalina, estratégia e trabalho em equipe que poucos jogos conseguem oferecer. O equilíbrio entre habilidade individual e cooperação é o que torna o jogo tão viciante. Não é só sobre mirar bem — é sobre pensar rápido, se comunicar com o time e tomar decisões inteligentes em segundos. Cada round conta, e a tensão até o último segundo é viciante. Outro ponto positivo é a longevidade: mesmo após centenas (ou milhares) de horas, o jogo ainda consegue ser divertido. Sempre há algo novo para aprender, seja em táticas, mapas ou simplesmente em melhorar suas próprias habilidades. Além disso, a comunidade é imensa e ativa, o que garante sempre partidas rápidas e competitivas. E claro, o cenário competitivo é uma atração à parte, servindo como inspiração para qualquer jogador. Counter-Strike é um clássico absoluto, um jogo que consegue ser simples e profundo ao mesmo tempo. Perfeito para quem gosta de desafio, competição e muita emoção. Nota: 10/10 — um verdadeiro ícone dos games.
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Francarlo Pereira
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Jogo tem uma animação muito boa e é divertido demais, mas PORRA EU PAGUEI 90 CONTO, NAO QUERO ESPERAR 1 SEMANA PARA CONTINUAR O JOGO, É NETFLIX?? LANÇA ESSA MERDA LOGO TNC
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Veludinho
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Amo a franquia! Comecei lá no Battlefield 3, cheguei a jogar um pouco do BF4 (até meu PC pedir arrego) e depois fiquei quase 10 anos sem computador — até montar um novo recentemente. Assim que saiu o BF6, comprei sem medo, e sinceramente, não estou arrependido. O jogo é bom demais, mas ainda tem alguns pontos que poderiam melhorar. 1. Sniper: amor e sofrimento Sou do tipo que adora jogar de Sniper, mas ainda é frustrante acertar um tiro a queima-roupa ou a 10 metros no peito e não contar como eliminação. Isso vem desde os jogos anteriores. Hoje, só garante o abate com Headshot, o que limita um pouco o estilo. Acabo usando Shotgun com Slug pra “improvisar uma Sniper” em certas situações. Entendo a proposta da DICE de manter equilíbrio, mas já está na hora de rever essa mecânica — dá pra ajustar sem desbalancear o jogo. 2. Time to Die e dano inconsistente Outra coisa que incomoda é morrer em menos de um segundo nas trocas de tiro. Minha mira não é profissional, mas tem momentos em que o TtD (time to die) beira o absurdo. O jogo mostra o dano e as partes atingidas, e às vezes aparecem registros tipo: 20 + 20 + 20 + 20 na perna = 80 de dano... mas morri estando com 100 de vida? Será que o sistema só mostra parte do dano? Às vezes aparecem 3 ou 4 registros, e somando não chega nem a 85. Pode ser limitação visual ou bug, mas algo ali não bate. 3. O eterno Netcode Disseram que melhoraram o Netcode — e olha, parece que sim, em partes. Senti uma leve melhora, mas ainda tem momentos em que parece que o servidor “dá aquele ataque de raiva” e você simplesmente evapora. 4. Camuflagem ou invisibilidade? Os personagens se confundem demais com o ambiente. A ambientação está linda, realista e imersiva, mas às vezes realista até demais: tem hora que simplesmente não dá pra ver o inimigo. Se a intenção foi tornar mais tático, parabéns — conseguiram. Mas talvez exagere um pouco na imersão, a ponto de prejudicar o gameplay. No geral, não tive nenhum problema de FPS ou de acesso, o que já é ótimo. O jogo é divertido, intenso e promissor — só precisa de ajustes pontuais. Espero que a DICE vá polindo com o tempo, afinal, nem completou um mês de lançamento. Pra quem ainda não comprou, recomendo esperar um pouco e ir juntando grana com calma. O jogo é novo, ainda está recebendo correções e ajustes, então vale a pena entrar quando estiver mais redondo — e aí sim aproveitar tudo que ele tem de bom.
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